Campo Grande - Mato Grosso do Sul, 18 de Outubro de 2019

Agro e sustentabilidade

USDA vê poucas alterações nas safras de milho e soja

Agrolink
Foto: João Carlos Castro Soja em MS

Na questão da soja, o USDA prevê a manutenção da produção no Brasil e Argentina

O Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) revisou os números da produção agrícola global e praticamente manteve os números antes estipulados em relatórios e praticamente não fez alterações. As informações do USDA foram divulgadas pela ARC Mercosul. 

Na questão da soja, o USDA prevê a manutenção da produção no Brasil e Argentina, com pequenos cortes nas exportações totais brasileiras de soja e uma nova queda na área colhida de soja nos Estados Unidos, caindo de 32,1 para 30,7 milhões de hectares, o que acabou fazendo com que ocorresse uma nova queda na estimativa de produção total norte-americana, de 104,6 para 100,1 milhões de toneladas. Isso porque a produtividade média dos Estados Unidos se manteve a mesma, ou seja, em 48,5 bushels por acre. 

Além disso, houve também uma expectativa de corte significativo nas importações chinesas, que, para a safra 2018/19, passou de 87 para 83 milhões de toneladas, e, já na safra nova (2019/20), corte de 87 para 85 milhões de toneladas. Os estoques globais foram diminuídos, passando de 104,5 para 101,7 milhões de toneladas (Safra 2019/20), para a safra atual (2018/19) houve aumento, de 112,9 para 114,5 milhões de toneladas.   

No caso do milho, um aumento na produção da Ucrânia, de 34 para 36,5 milhões de toneladas, somado com a manutenção da produção no Brasil (101 milhões) e na Argentina (50 milhões), mais aumento na produtividade média das lavouras de milho nos Estados Unidos, que passou de 166 para 169,5 bushels por acre, fizeram com que a estimativa de produção fosse de 352,4 para 353,0 milhões de toneladas. No entanto, deve haver uma queda no consumo global de milho, de 1,134 para 1,129 bilhão de toneladas. 

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