Campo Grande - Mato Grosso do Sul, 22 de Maio de 2019

Agro e sustentabilidade

Tereza Cristina viaja à Ásia para ampliar participação brasileira no mercado

Agência do Rádio Mais
Foto: Divulgação redes sociais Tereza Cristina, Ministra da Agricultura
Tereza Cristina, Ministra da Agricultura

A ministra da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Tereza Cristina, começou nesta semana um roteiro de visitas em prol do agronegócio. A ministra visitará, durante 16 dias, quatro países da Ásia: Japão, China, Vitenã e Indonésia. A ideia da visita é ampliar e intensificar as relações comerciais do agro brasileiro com estes países. Quem vai nos dar mais detalhes sobre a visita, além de comentar sobre outros assuntos, é a Carla Mendes, do site Notícias Agrícolas.

"Realmente, essa visita da ministra Tereza Cristina à Ásia é de extrema importância, principalmente neste início de semana onde nós vimos o presidente dos EUA, Donald Trump, ameaçar aumentar as tarifas já vigentes sob os produtos chineses, que hoje são de 10% para 25%. Isso pode ampliar as nossas oportunidades de exportação, principalmente no caso de produtos como a soja e isso pode manter importantes janelas e portas abertas para o agronegócio brasileiro. O objetivo da ministra, na China principalmente, é de ampliar o nosso mercado de carnes, proteínas de uma forma geral. E na Ásia toda vemos a possibilidade de abertura de mercado para material genético, abacate, estabilizantes, extrato de carne com foco nas carnes bovinas. Temos outros produtos como suco de laranja, melão que podem chegar aos mercados asiáticos e a habilitação de frigoríficos para que se exporte para a China, principalmente".

Em uma nova estimativa, a Associação Brasileira das Indústrias de Óleos Vegetais aumentou a previsão de produção de soja para 2019. Para quanto foi essa estimativa e o que motiva esse otimismo da associação, Carla?

“A expectativa da Abiove passou de 116,9 milhões de toneladas para 117,6 milhões de toneladas. Isso porque na reta final da safra 2018/2019 de soja do Brasil nós vimos as condições de clima serem um pouco mais favoráveis para a conclusão das lavouras. Essa melhora no clima permitiu uma recuperação nas regiões mais importantes para a produção, então aqueles números anteriores que eram estimados há alguns meses acabaram ficando para trás. Nós vemos uma nova produção de 117,6 milhões de toneladas.”

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