Campo Grande - Mato Grosso do Sul, 22 de Setembro de 2019

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Quadrilhas são atração a parte na 17ª Edição do Arraial de Santo Antônio de Campo Grande

Assessoria de Comunicação
Foto: Divulgação Arraial em Campo Grande

Como já é tradição em Campo Grande, o público campo-grandense conta com uma atração a parte no Arraial de Santo Antônio com as apresentações quadrilhas das Associações e Escolas inscritas na 17ª Edição do Arraial de Santo Antônio de Campo Grande nos dias 13, 14 e 15 de junho, a partir das 19h, na Praça do Papa.

Cinco quadrilhas disputam os três primeiros lugares com premiação de R$ 3.500,00, R$ 2.500,00 e R$ 1.500,00. Em sorteio realizado na sede da Sectur nesta segunda-feira (10) ficou instituído que a primeira quadrilha a se apresentar no dia 13 de junho é a Dona Maria, seguida pela Sai de Baixo. No dia seguinte, 14 de junho, a Pega Fogo abre o salão, seguida pela Rede Solidária e pela Explosão Aquícola.

Maira Lopes da Silva, representante da quadrilha Pega Fogo, que levou o primeiro lugar no ano passado, acredita ser possível manter a colocação para 2019. “Viemos de cinco vitórias consecutivas e estamos preparados pra mais uma, queremos ser hexa. Acostumamos com a vitória e não vamos largar dela, tem muitas escolas boas mas acreditamos no nosso potencial”.

O sábado fica reservado para apresentação das finalistas e da tradicionalíssima quadrilha Pé de Moleque, do CCI Vovó Ziza – Centro de Convivência do Idoso.

O CCI Vovó Ziza mantêm a tradição mas com uma grande novidade: eles não só se apresentam, como vinham fazendo há anos, mas também recebem o grande prêmio hours concours, título dado aquele que já é campeão mesmo estando “fora da competição”.

Para a coordenadora do Vovó Ziza, Maria Lúcia Alencar é uma alegria ter o trabalho reconhecido. Ela conta que a Pé de Moleque tem 12 anos de existência e a mesma professora desde sempre, Sonia Maria Ruas Rollon. “Sempre trabalhamos em cima de um tema, temos uma encenação antes. É realmente um espetáculo muito bonito de se ver”, comentou.

Sonia Rollon diz que para esta edição preparou uma surpresa para a apresentação e mistura o teatro com a dança. “Depois da atuação dos nossos dançarinos teremos uma dança coreografada e só após estes dois momentos é que a quadrilha tradicional começa”, pontua a coreógrafa, que atribui justamente à estas inovações o sucesso da Pé de Moleque.

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