Campo Grande - Mato Grosso do Sul, 17 de Junho de 2019

Concursos e Empregos

MS gera 3511 vagas com carteira assinada em fevereiro, melhor saldo no mês desde 2014

Assessoria de Comunicação
Foto: Divulgação Carteira de trabalho

Mato Grosso do Sul gerou 3.511 novos empregos com carteira assinada em fevereiro de 2019, o melhor resultado para o mês desde 2014, período pré-crise, de acordo com os dados da Carta de Conjuntura do Mercado de Trabalho, elaborada pela Semagro (Secretaria de Meio Ambiente, Desenvolvimento Econômico e Agricultura Familiar).

O destaque para esse resultado foi o setor de serviços, que criou 2.129 novos empregos. Em segundo lugar ficou a agropecuária (522 novos empregos), comércio (326 novos empregos) e construção civil (280 novos empregos). Em termos de subsetores de serviços que mais contribuíram em fevereiro temos o de transportes (748 novas vagas) e alojamento e alimentação (610 novas vagas) e ensino (589 novas vagas). Em termos regionais, o município que mais criou empregos foi Campo Grande (1004 novas vagas) e Dourados (200 novas vagas).

“Esses números sinalizam o grau de confiança do empresário no cenário macroeconômico nacional. O setor de serviços mostra a sua rapidez de resposta ao desempenho da economia e lidera as contratações, mas é importante destacar que tivemos um saldo positivo em praticamente todos os setores no mês de fevereiro, demonstrando um grau de consistência no processo de crescimento. Ainda temos um crescimento lento na construção civil, aquém da disponibilidade de mão-de-obra disponível no Estado. Na agropecuária, observamos o movimento normal do setor”, comenta o secretário Jaime Verruck, da Semagro.

De acordo com o secretário, o ritmo das discussões da Reforma da Previdência no Congresso Nacional deverá impactar diretamente nos mercados e, consequentemente, no grau de confiança do empresariado. “A grande preocupação é a macroeconomia. Se tivermos um bom encaminhamento da votação da Reforma, o clima e confiança do empresariado será mais favorável à manutenção dos investimentos e à absorção da mão-de-obra disponível no mercado”, finalizou.

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