Campo Grande - Mato Grosso do Sul, 23 de Setembro de 2019

Variedades

Materiais recicláveis que não vingaram nos carros

Estadão
Foto: Divulgação / Assessoria materiaisjpg.jpg

As marcas sempre estão buscando ideias criativas para melhorar a composição de seus veículos e criar modelos mais sustentais em relação ao meio ambiente. Quanto mais itens puderem ser reciclados de um veículo quando ele chega ao final do seu ciclo de vida, melhor.
A marca sueca Rinspeed é mestre em pensar soluções diferentes, que não necessariamente se tornam reais. Uma delas era o BamBoo Concept, um carro cujo interior tinha fibra de bambu em diversas peças.
A Fiat, em 2010, mostrou o Uno Ecology, um carro com interior composto de fibra de coco também nos bancos. A Mercedes teve mais sucesso na empreitada e desde 94 usa o material para rechear os bancos dos veículos comerciais feitos aqui.
O cânhamo, uma fibra com parentesco com a maconha, é sempre uma aposta para diversos produtos e marcas em substituir outras fibras na concepção de novos veículos. A Waarmaker, um estúdio de design de Amsterdã, na Holanda, criou um conceito de scooter com a fibra, o Be.e.
Quem também apostou nesse material foi a Lotus no Eco Elise. Ele foi uma tentativa de desenvolver uma versão mais leve com o uso de itens diferentões. Funcionou: ele é 32 kg menos pesado que o Elise convencional. O cânhamo estava nos bancos esportivos e, além disso, a marca também tentou sisal e lã ecológica. O carro foi mostrado no Salão de Londres de 2008.
A Ford aposta na soja para criar a espuma que substitui a feita de plástico nos bancos. Na sua marca de luxo, a Lincoln, em 2008, tentou apostar em folha de bananeira na produção dos tapetes do MKT. O motivo era uma melhor resistência ao calor.

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