Campo Grande - Mato Grosso do Sul, 22 de Maio de 2019

Polícia

Manifesto busca chamar atenção para insegurança em Coronel Sapucaia

Assessoria de Comunicação
Foto: A Gazeta News Delegacia de Polícia Civil de Coronel Sapucaia
Delegacia de Polícia Civil de Coronel Sapucaia

Assaltos e crimes variados colocam a população de Coronel Sapucaia – município distante 420 kg de Campo Grande em risco constante.

Fronteira seca com o Paraguai (cidade de Capitan Bado), a cidade sofre com a insegurança, já que apenas uma viatura e quatro policiais cuidam da segurança do município com cerca de 15 mil habitantes.  

Diante deste cenário, a AESA (Associação Comercial dos Empresários Sapucaienses), aliados ao Executivo Municipal e sociedade em geral, realizam na próxima quinta-feira (9), às 14h o ato “Basta! – Sapucaia quer segurança!”, com o objetivo de chamar atenção do Governo do Estado para fortalecer o efetivo policial, assim como investir em iniciativas que priorizem a segurança do município.

“Neste dia o comércio irá fechar as portas, as escolas e repartições públicas também não funcionarão e toda a sociedade vai se reunir na Praça da Bandeira e caminhar até a sede do Fórum, pois, esse problema se arrasta há anos sem nenhuma solução, apenas piorando mais”, afirma o presidente da AESA, Leonardo Skrascke.

Com expectativa de reunir pelo menos 3 mil pessoas, a ação também protesta contra a possível retirada do Fórum da cidade, assunto que tem preocupado a população.

“Já sofremos com a insegurança, agora o MPE (Ministério Público Estadual) quer retirar da cidade o Fórum. Isso abrirá mais espaço para esse grave problema da insegurança”, avalia Leonardo.

A FAEMS (Federação das Associações Empresariais de MS), entidade representantes das associações comerciais do Estado, apoia e atua junto à AESA nesta iniciativa, pois, reconhece a dificuldade, em especial dos comerciantes, de conviver com a insegurança.

“Toda sociedade sofre com a violência. É um problema que não podemos admitir e o comércio é diretamente impactado. Como manter um empreendimento sob o risco de assaltos, furtos ou situações ainda piores? É preciso voltar aos olhos a este setor que emprega e gera renda ao nosso Estado”, avalia o presidente da Federação, Alfredo Zamlutti Júnior.

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