Campo Grande/MS, 18 de Outubro de 2018

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Juiz ouve 7 testemunhas de acusação sobre morte de adolescente em lava jato

Redação TerereNews
Foto: Wesner Wesner
Wesner

Nesta terça-feira (5) foi realizada a primeira audiência sobre a morte do adolescente Wesner Moreira da Silva, agredido no dia 3 de fevereiro em um lava jato na Capital. Foram ouvidos os familiares da vítima, entre eles a mãe de Wesner, o irmão, dois primos e uma prima da mãe. Além deles, prestaram depoimento uma assistente social que atendeu o adolescente quando ele recebeu os primeiros socorros na UPA (Unidade de Pronto Atendimento) e um técnico em enfermagem que também teve contato com a vítima.

Wesner morreu após ter ficado 11 dias internado na Santa Casa (Foto: Reprodução/ TV Morena)

A oitava testemunha arrolada, o médico que atendeu Wesner, não foi intimado e deve ser ouvido na próxima audiência. A fim de esclarecer os fatos, o juiz Carlos Alberto Garcete de Almeida solicitou ainda a intimação da assistente social da Delegacia Especializada de Proteção à Criança e ao Adolescente (DEPCA) que conversou com a vítima e ainda o médico legista que subscreveu o parecer médico-legal para que possa esclarecer os detalhes sobre as lesões sofridas pela vítima. Segundo a denúncia, os réus introduziram uma mangueira de ar no ânus da vítima, que passou mal, foi socorrido, mas não resistiu aos ferimentos e morreu dias depois.

A oitiva destas testemunhas, além das testemunhas de defesa e o interrogatório dos réus, estão programados para acontecer na próxima audiência, designada para o dia 2 de outubro, às 14 horas.

Autor da notícia: Secretaria de Comunicação - [email protected]

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