Campo Grande - Mato Grosso do Sul, 24 de Agosto de 2019

Saúde

Integração entre agentes comunitários de saúde e combate a endemias é debatida em reunião técnica

Prefeitura Municipal de Campo Grande / MS
Foto: Prefeitura Municipal de Campo Grande combate a endemias


A integração dos trabalhos realizados pelos agentes comunitários de saúde (ACS) e agentes de combate a endemias (ACE) foi tema da reunião de trabalho na manhã desta quarta-feira (07) envolvendo a superintendência de Vigilância em Saúde da Secretaria Municipal de Saúde (SESAU), a coordenadoria de Atenção Básica, e as coordenadorias de Controle de Endemias Vetoriais do município e Estado.

A proposta de integrar a atuação destes servidores tem por objetivo fortalecer os processos de trabalho, contribuindo assim para ações mais efetivas de prevenção e controle do mosquito Aedes aegypti – transmissor da dengue, zika e chikungunya, conforme é preconizado em portaria do Ministério da Saúde. Ambos atuam diretamente com a comunidade para facilitar o acesso da população aos serviços de saúde e nas ações de promoção e prevenção de doenças.

Para a superintendente de Vigilância em Saúde, Veruska Lahdo, é preciso somar as forças no controle do aedes essas duas categorias de agentes tem papel fundamental nesse trabalho.

“Ao se propor a integração, nós estamos favorecendo a população, pois estes dois profissionais visitam as residências periodicamente, contribuindo na eliminação dos criadouros do mosquito incluindo a orientação sobre as maneiras de prevenção”, diz.

Atualmente, a Prefeitura de Campo Grande tem 1.387 agentes comunitários de saúde e 563 agentes de combate a endemias, sendo que 270 atuam diretamente no trabalho de combate ao mosquito.

Dados epidemiológicos.

De acordo com o último boletim epidemiológico divulgado esta semana pela Superintendência de Vigilância em Saúde, no mês de julho foram notificados 474 casos de dengue, o que representa uma redução de quase 80%, quando se comparado com o mês anterior. Em junho foram registradas 2.281 notificações.

De janeiro até agora foram mais de 38 mil casos da doença notificados, sendo 8,7 mil confirmados e oito óbitos. Foram notificados 397 de zika e 201 chikungunya no mesmo período. Boletim epidemiológico completo disponível aqui.


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