Campo Grande - Mato Grosso do Sul, 24 de Agosto de 2019

Nacional

Duplicação da BR-116 traz benefícios econômicos à região e segurança aos motoristas

Governo do Brasil
Foto: Divulgação / Assessoria httpariquemesonlinecombrimg366868gduplicacaojpeg.jpg

Com importância estratégica, a BR-116 liga Porto Alegre (RS) às principais regiões gaúchas. É também a principal via de acesso ao Porto do Rio Grande, corredor de escoamento de produção entre o Brasil e o Mercosul.
Até o final de 2021 a rodovia terá 235 km duplicados, de Porto Alegre a Pelotas, com investimento de R$ 1,6 bilhão, de acordo com o Ministério da Infraestrutura. A expectativa é que com isso, tenha menos acidentes, maior capacidade de tráfego, facilidade no escoamento da produção, além de incentivo o turismo local. A obra na BR-116 é executada pelo Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes  (DNIT) com a participação do Exército e está dividida em nove lotes.
Entre 20 e 25 mil veículos passam diariamente pela BR-116, que liga Porto Alegre a Pelotas, de acordo com o chefe da unidade local do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT), Vladmir Roberto Casa. Ele explicou que o tráfego intenso é resultado da circulação de automóveis e também de caminhões que transportam produtos como soja e arroz para o Porto do Rio Grande.
“A rodovia BR-116 é o principal canal de ligação entre a capital e a região Sul do estado do Rio Grande do Sul e pelo menos 1,5 milhão de pessoas vivem nessa região. Todas serão diretamente beneficiadas pela obra”, afirmou.
Os 47 primeiros quilômetros duplicados liberados nesta segunda-feira (12) com a presença do presidente da República, Jair Bolsonaro, estão divididos em três trechos e vão trazer benefícios diretos para 12 municípios gaúchos.
O gerente de atendimento ao usuário da Ecorodovias/EcoSul, Raul Boff, empresa responsável por administrar o Polo Rodoviário de Pelotas, afirmou que os usuários da BR-116 enfrentam problemas recorrentes de pista que não duplicada como gastar mais tempo na viagem e ter bloqueios na rodovia quando ocorrem acidentes. “A duplicação traz segurança viária e economia no tempo de viagem. Isso é fundamental para o crescimento da região”, disse.
Trechos liberados
Parte da extensão liberada integra o lote quatro da obra, que abrange os municípios de Tapes, Arambaré e Camaquã, e teve 15,1 km liberados ao tráfego. Já o lote sete, localizado no município de São Lourenço do Sul, teve 12,25 km entregues, e o lote nove, em Pelotas, teve 19,65 km liberados.

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