Campo Grande - Mato Grosso do Sul, 17 de Setembro de 2019

Manchete dos Jornais

Confira as manchetes dos principais jornais do país hoje

Mídia
Foto: Divulgação / Assessoria manchetesjpg.jpg

09 de julho de 2019

O Globo

Manchete: Governo acelera liberação de emendas para aprovar reforma

Onyx diz que texto atende às reivindicações de policiais, e PSL afirma que não pedirá alterações



Para aprovar a reforma da Previdência no plenário da Câmara, o governo empenhou, nos primeiros cinco dias de julho, R$ 2,551 bilhões para emendas parlamentares. Segundo a ONG Contas Abertas, o valor é maior que todo o empenho (garantia de liberação de recursos) de janeiro a junho, R$ l,77 bilhão. É também a cifra mais alta para um mês de julho ao menos desde 2016. O presidente da Câmara, Rodrigo Maia, fechou acordo com líderes partidários para concluir a votação ainda nesta semana, prevendo manter o texto aprovado na Comissão Especial. O ministro da Casa Civil, Onyx Lorenzoni, disse que o texto contempla reivindicações de policiais federais, rodoviários federais e legislativos, e o PSL assegurou que não pedirá alterações. (PÁGINA 15)

Governo alivia obrigações fiscais de igrejas

Em aceno aos evangélicos, o presidente Bolsonaro deu aval a medidas que aliviam obrigações fiscais de entidades religiosas. Entre elas estão o aumento da arrecadação mínima para que uma igreja seja obrigada a informar suas movimentações financeiras e o fim da exigência de instituições menores serem inscritas no CNPJ. (PÁGINA 4)

TCM aprova contas de Crivella, apesar de rombo recorde

Com uma ressalva quanto ao déficit de R$ 3,25 bilhões, o Tribunal de Contas do Município aprovou a execução fiscal da prefeitura do Rio referente a 2018. O relatório fez ainda 23 determinações e 12 recomendações ao prefeito Marcelo Crivella. Parecer segue agora para ser votado na Câmara Municipal. (PÁGINA 9)

Herdeiro da OAS infarta durante depoimento à Lava-Jato (PÁGINA 7)

Conselho cobra explicação sobre consultas on-line (PÁGINA 21)

Colunistas

MERVAL PEREIRA 



Privilégio para policiais pode atrasar reforma (PÁGINA 2)



MIRIAM LEITÃO



Acordo de Cade e Petrobras é marco histórico (PÁGINA 16)

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O Estado de S. Paulo

Manchete: Governo tenta controlar PSL para não esvaziar reforma

Deputados ligados à área de segurança pública sofrem pressão de policiais por mudança no texto da Previdência



A equipe econômica alertou o Planalto de que, se o PSL, partido do presidente Jair Bolsonaro, ceder às pressões de policiais, poderá haver uma nova onda de reivindicações e queda na economia prevista de R$ 933,9 bilhões em dez anos com a reforma da Previdência. Com 22 dos 54 deputados eleitos com a bandeira da segurança pública, o PSL deve entrar dividido na votação prevista para esta semana na Câmara. Com a proposta de aumento da taxação dos bancos, o ganho total previsto no texto sobe para R$ 987,5 bilhões. O argumento da área econômica é de que o PSL tem de dar o exemplo. Ontem, o governo ofereceu aos policiais federais proposta de idade mínima de 52 anos (mulheres) e 53 anos (homens) com “pedágio” – tempo de trabalho extra para a aposentadoria – de 100% sobre o tempo que falta para a pessoa se aposentar com o último salário e reajustes da ativa. (ECONOMIA / PÁGS. B1, B3 e B4)

Placar tem mais votos favoráveis

A reforma da Previdência tem apoio de 268 deputados, 21 mais que no domingo, aponta o Placar da Previdência feito pelo ‘Estado’. O texto precisa de 308 votos para ser aprovado. (PÁG. B3)

Bancada da bala ganha força em SP

Ao passar de três para 13 representantes nesta legislatura, a bancada da bala já é uma das mais ativas na Assembleia Legislativa de São Paulo. Como consequência, demandas de policiais, bombeiros e militares em geral avançam. Delegados reivindicam equiparação de seus salários ao do governador. Um dos maiores feitos da bancada foi a criação do fundo especial para combate ao crime organizado. (POLÍTICA / PÁG. A4)

Cade condena 11 empresas por cartel do metrô

O Conselho Administrativo de Defesa Econômica condenou 11 empresas e 42 pessoas por formação de cartel de trens e metrô em São Paulo, Minas, Rio Grande do Sul e Distrito Federal. As multas somam R$ 535,11 milhões. As empresas negam irregularidades e pretendem recorrer à Justiça. (POLÍTICA / PÁG. A9)

PF prende suspeitos de integrar máfia italiana (METRÓPOLE / PÁG. A15)

Colunistas

Eliane Cantanhêde 



Sob pressão, Moro comemorou a impecável ação da PF na prisão de mafiosos italianos. (POLÍTICA / PÁG. A8)



Pedro Fernando Nery 



Sem reforma da Previdência ou ajuste fiscal, aposentadoria está ameaçada. (ECONOMIA / PÁG. B4)

Notas&Informações

Solidariedade no frio 



É dever da Prefeitura zelar pela boa condição dos abrigos. Sempre haverá, no entanto, quem prefira as ruas. Todos merecem a solidariedade dos paulistanos. (PÁG. A3)





Águia também precisa decolar



Depois do impulso inicial, o alcance do voo dependerá das medidas mais ambiciosas prometidas pelo governo. (PÁG. A3)

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Folha de S. Paulo

Manchete: Datafolha vê apoio maior à reforma da Previdência

Aprovação cresce de 41% a 47% desde abril, e rejeição cai de 51% para 44%



O apoio da população brasileira à reforma da Previdência aumentou nos últimos três meses de 41% para 47%, segundo pesquisa Datafolha. A rejeição à medida caiu de 51% para 44%. É a primeira vez que numericamente estão à frente os que apoiam a medida. Mas isso ocorre dentro da margem de erro de dois pontos percentuais, significando um empate técnico. Em abril de 2017, quando a reforma proposta pelo governo Michel Temer (MDB) estava prestes a ser apreciada pela Câmara, a rejeição era muito maior: 71%. O texto da gestão Jair Bolsonaro (PSL) foi aprovado em comissão da Casa na quinta passada (4) e poderá ser votado pelo plenário nesta semana. De abril para cá, sofreu várias atenuações. A mudança a favor da reforma ocorreu em faixas de renda, escolaridade e idade. As mulheres, mais afetadas p ela mudança de regras no texto em análise, rejeitam mais a reforma: 50% delas são contra, ante 39% que são a favor. (Mercado A13)



PAINEL 



Antes do voto, Planalto libera R$ 920 milhões (A4)

Cade condena 11 empresas por cartel no metrô de SP

O Cade (Conselho Administrativo de Defesa Econômica) condenou 11 empresas por formação de cartel e superfaturamento em obras do metrô de São Paulo de 1998 a 2013. O período cobre governos do PSDB (Covas, Alckmin e Serra). Elas terão de pagar R$ 500 milhões em multas administrativas. Pelo menos uma delas disse que irá recorrer. (Poder A4)

Herdeiro da OAS passa mal em depoimento para a Lava Jato

Cesar Mata Pires Filho passou mal em depoimento ontem, na Justiça Federal do PR. Após ser socorrido no local, foi levado para um hospital em Curitiba. A Folha apurou que o empreiteiro teve um princípio de infarto. (Poder A8)

Editoriais

Dividido em três 



Sobre a avaliação de Bolsonaro, segundo o Datafolha. 



Disparates amazônicos 



Acerca de contestação dos índices de desmatamento. (Opinião 2)

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