Campo Grande/MS, 22 de Outubro de 2018

Campo Grande

“Com isso nós passamos a pagar à empreiteira, e o município pelo visto não quer entrar com sua parte,” Diz Dr. Loester em entrevista à rádio Capital FM 95

Redação TerereNews
Foto: dr. loester dr. loester
dr. loester

Na quarta – feira (16), O vereador Dr Loester Nunes de Oliveira (MDB) participou do Programa Capital Meio Dia da rádio FM 95 com os Jornalistas Joel Silva, Anahy Gurgel e Silvio Mori. Durante a conversa, vários temas foram abordados, a Jornalista Anahy Gurgel questionou sobre a taxa do lixo, como ficou e lembrou que o vereador foi um dos três parlamentares que votou contra.

“Fui contra e não me arrependo! Eu pagava anualmente R$ 200,00 (duzentos reais), com a criação da taxa veio R$ 880,00 (Oitocentos e oitenta reais), um absurdo! E com o reenvio dos carnês passei a pagar R$ 530,00 (quinhentos e trinta reais), uma taxa violenta, e a população vai sentir muito mais ano que vem. Com isso nós passamos a pagar à empreiteira, e o município pelo visto não quer entrar com sua parte. Sou totalmente contra, nós já pagamos impostos demais, o prefeito tem que ter capacidade de gestão, trazer dinheiro para Campo Grande, não só onerando o bolso da população, mas buscar recursos junto ao Governo Federal, ir à luta, chamar os parlamentares aliados, isso sim, agora enfiar a mão no nosso bolso, isso não concordo,” reclama Dr. Loester.

Já o Jornalista Silvio Mori perguntou o que é preciso fazer para retornar o Hospital da Criança, em resposta o médico parlamentar disse, “Tem que ser construído, e a construção em si de uma unidade não é aquele exagero em termos financeiros, a manutenção e equipamentos sim. Um exemplo é a Santa Casa, ela não nasceu pronta como ela esta, até hoje esta se ampliando os leitos, reformando e melhorando. Assim pode ser o hospital da criança, tem que dar o primeiro passo, ou seja, construir.”

E sobre a trajetória política do médico parlamentar o Jornalista Joel Silva perguntou, “Nas eleições 2016, a população pediu renovação, tirou muita gente e o senhor não recebeu cartão vermelho, apesar de estar muito tempo na política, como foi isso? Foi uma incógnita? Até abrir as urnas...”. Em resposta o vereador disse, “Eu tinha uma preocupação por conta dos meus companheiros que eram fortes, eu achava que se elegeria quatro eu estaria dentro. Fiz uma campanha baseada nas mãos limpas que eu tenho, todo mandato que tive eu nunca fui envolvido em nenhuma denúncia de irregularidades, e a população entendeu perfeitamente e eu consegui uma votação expressiva. Disputei com 600 ( seiscentos ) e poucos candidatos, em cada bairro tinha cinco, seis, concorrentes e isso acaba levando votos e fica muito difícil a eleição de vereador pelo número de candidatos que se tem,” finaliza Dr. Loester.

 

Andréa Barros
Assessoria de Imprensa do Vereador

Fonte: Câmara Municipal de Campo Grande/MS

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