Campo Grande - Mato Grosso do Sul, 16 de Julho de 2019

Saúde

Auriculoterapia auxílio no tratamento de pacientes atendidos em unidades de saúde da Capital

Prefeitura Municipal de Campo Grande/MS
Foto: Prefeitura Municipal de Campo Grande/MS A auriculoterapia constitui uma parte importante da Medicina Tradicional Chinesa, sendo atualmente um ramo na especialidade da Acupuntura, e foi oficializada pela OMS como uma terapia de microssistema

A auriculoterapia tem sido utilizada como uma ferramenta para auxiliar no tratamento de pacientes atendidos nas Unidades Básicas e de Saúde da Família (UBS e UBSF) de Campo Grande. NA UBSF Batistão, a prática foi inserida ao atendimento do Grupo de Saúde Mental e os resultados estão sendo positivos.

A psicóloga do Núcleo Ampliado de Saúde da Família (NASF) Batistão A, Francine Damin, explica que a auriculoterapia é uma prática integrativa e complementar da medicina, que tem o objetivo de equilibrar a energia vital do ser humano.

“Baseado na teoria chinesa, a doença é a manifestação de desequilíbrio desta energia e a auriculoterapia vem de forma a readquirir tal energia perdida”, diz.

Entre os benefícios da prática estão:o equilíbrio físico e mental, aumento na produção de endorfina e serotonina, responsáveis pela sensação de bem-estar.

“É um tratamento eficiente em distúrbios como insônia, ansiedade, diminuição da libido, dores, até mesmo em doenças emocionais mais complexas como síndrome do pânico, transtornos de ansiedade, depressão, entre outras”, complementa a psicóloga.

Na UBSF Batistao, a prática é ofertada para os  pacientes do Grupo de Saúde Mental semanalmente. Atualmente, o atendimento ocorre somente para as demandas programadas.

O Grupo de Saúde Mental da unidade reúne cerca 30 pessoas e além da auriculoterapia são oferecidas palestras educativas, rodas de conversas e troca de receitas médicas desses pacientes.

Ampliação 

Na última semana, 17 profissionais passaram pelo curso de formação em auriculoterapia oferecido pela Sesau em conformidade com as diretrizes das Políticas Nacionais de Práticas Integrativas e Complementares no SUS (PICS), o que vai proporcionar o aumento na oferta da prática nas Unidades Básicas e de Saúde da Família (UBS e UBSF).

 Na Rede de Atenção Básica da Secretaria Municipal de Saúde (Sesau) de Campo Grande, a prática tem sido usada em abordagens individuais, como em coletivas, além de auxiliar no tratamento de pessoas que desejam abandonar o vício do tabaco.

Deixe seu Comentário