Campo Grande - Mato Grosso do Sul, 23 de Setembro de 2019

Internacional

A campanha de ódio, mentiras e desinformação contra a ativista Greta Thunberg

Sapo
Foto: Divulgação / Assessoria ajpg.jpg

Em meados de agosto de 2018, Greta Thunberg faltou às aulas para se manifestar em frente ao Riksdag (Parlamento da Suécia), em Estocolmo, exigindo aos decisores políticos que atuem urgentemente para debelar o que classificou como sendo uma "crise climática". Era apenas uma jovem rapariga de 15 anos de idade, assustada com os efeitos das alterações climáticas (no presente e futuro próximo) e empunhando um cartaz no qual se destacava a seguinte mensagem: "Greve à escola pelo clima".
A iniciativa de Thunberg motivou outros jovens estudantes suecos a juntarem-se à causa, lançando uma greve climática estudantil que viria a transformar-se num movimento internacional, com milhões de participantes em manifestações à escala global, desde o Canadá até à Austrália e ao Japão, passando pela Argentina, Índia, África do Sul e Portugal.
A ativista sueca passou a ser um símbolo global do combate contra as alterações climáticas, ou pelo menos da consciencialização da gravidade do problema e urgência de atuação ao nível político, inspirando jovens (e adultos) de todo o mundo. Além dos milhões de admiradores, porém, a exposição pública também originou a reação de muitos detratores, sobretudo entre movimentos de extrema-direita e negacionistas das alterações climáticas.

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